"Quanto mede a sua?"
QUANTO MEDE A SUA? – Resultados da grande sondagem nacional
Terminaram no passado mês de Setembro as duas grandes sondagens nacionais levadas a cabo por este blog. Devido ao inesperado elevado número de participantes e a alguns problemas técnicos dos nossos serviços de acesso à Internet, demorámos algum tempo mais do que o previsto na divulgação dos resultados das sondagens. Apelámos à vossa compreensão, pois as nossas obrigações para com os eventuais leitores obrigam-nos a garantir o máximo grau de exactidão nos resultados que agora começamos a divulgar.
Assim, os resultados da grande sondagem QUANTO MEDE A SUA? podem ser visualizados no seguinte quadro:
Pela análise dos dados verificamos que, 46% afirmam que a têm maior do que 15 cm, 33% categoricamente não chegam aos 10 cm, sendo que apenas 20% se encontram entre essas duas medidas.
Estes espantosos resultados levam-nos a fazer as seguintes reflexões:
- Somos um pais de extremos, em que um terço não possui o suficiente para o fazer correctamente e, por outro lado, quase metade presume de extrema abundância.
- A nossa sociedade sempre sobrevalorizou as aparências, pelo que, acreditamos na existência de algumas respostas adulteradas nesta sondagem, existindo indícios de ter havido um elevado número a pretender possuir instrumentos de uma classe “superior” quando, na realidade, não possui os atributos necessários para ostentar a posição que afirma.
- Um 33% deve sofrer de miopia ou, se não for esse o caso, deve começar já a dar à língua pois com o que têm dificilmente lá chegarão.
- Se quisermos acreditar que as pessoas responderam de uma forma honesta então somos levados a pensar que:
1) Existe um muito elevado número de portugueses a sofrer de estigmatismo ou então que compram espelhos de aumentos.
2) Deviam ordenar uma inspecção urgente á Molin (creio que esta já fechou), à Firmo e à Ambar, pois andarão a vender réguas mal calibradas.
3) Essas técnicas de magnificação e aumento que se anunciam na Internet afinal funcionam ou então provocam ilusões.
4) Portugal deve estar cheio de “vikings”
Enfim, estas são algumas das conclusões possíveis mas com a divulgação destes resultados esperamos um grande número de reacções e novas interpretações.
